Minha 4ª Tattoo - Anúbis e Hieróglifos egípcios...

| 30 abril 2015 | 2 Comentários |
Gente, fazia tempo que não postava nada nessa coluna e hoje resolvi mostrar a você uma das minhas mais queridas tatuagens: O Anúbis que possuo no braço esquerdo, junto com os hieróglifos que foram feitos posteriormente, em uma outra sessão. 

1ª sessão, em 28 de setembro de 2010

Bem, como alguns sabem eu sou apaixonada pelo Egito e sua cultura/mitologia. É uma das civilizações antigas que mais me atraem e desde pequena eu sempre sonhei em um dia poder visitar a grande Terra em que habitaram os Faraós, e conhecer suas magníficas pirâmides e templos. Então pensei 'por que não fazer uma tatuagem que simbolize esse meu amor pelo Egito?',


2ª sessão - colorir o Anúbis


Escolhi o deus Anúbis por ser o meu preferido de todo o Panteão. Posteriormente acrescentei alguns hieróglifos retirados de uma imagem do Livro dos Mortos, em que Anúbis pesa o coração do morto, que foi julgado pelo tribunal de 42 juízes. É claro que o espaço do braço não deu pra colocar toda a passagem do papiro, mas coloquei na ordem em que apareciam na imagem até onde o braço deu pra tatuar... 

O resultado ficou assim:

3ª sessão - acrescentar hieróglifos

Ao todo [até agora] foram realizadas três sessões, mas ainda faltam mais duas. E vou acrescentar outra tatuagem próxima à cabeça de Anúbis, um olho de Hórus, pra deixar o antebraço todo fechadinho com a temática egípcia... Tive o cuidado de comparar várias imagens na internet da fonte dos hieróglifos, e os símbolos eram iguais em todas. Então, eu sabia que o que eu queria registrar na pele não era um desenho 'incorreto'. O desenho do qual tirei minha tatuagem foi esse:



Muitas pessoas até hoje me 'criticam' por eu não ter mandado desenhar um Anúbis mais estilizado, por acharem o traço da minha tattoo simples demais. Oras, eu quis retratar um desenho que fosse semelhante ao que se encontram nas paredes de templos e monumentos egípcios e não um Anúbis musculoso 3D superfoda e por aí vai... 

Então, por mais que alguns critiquem, sempre vou ter orgulho de olhar para meu braço esquerdo e ver um pedacinho de uma cultura tão especial, atrativa e fascinante ali...


Então, você gosta de Mitologia Egípcia? Já pensou em tatuar algo assim? Me contem nos comentários ;)


Promoção Mulheres que não sabem chorar

| 28 abril 2015 | 19 Comentários |
Olá, queridos leitores. Resolvi animar um pouco as coisas por aqui e é com muito prazer que lanço uma promoção super bacana no blog. Em parceria com a autora Lilian Farias, estou sorteando um exemplar do livro Mulheres que não sabem chorar, já resenhado aqui por mim. 




Então, atenção às regras e boa sorte!


Regras ~

  • Residir no Brasil.
  • É necessário seguir corretamente as opções obrigatórias do formulário. 
  • Comentar na postagem com um e-mail válido +  nome de seguidor[a]. 
  • O ganhador será comunicado[a] por e-mail e terá até 3 dias para responder, caso contrário o sorteio será refeito. 
  • Perfis promocionais ou fakes não serão aceitos. 
  • Danos, extravios ou similares não é de responsabilidade da remetente. 
  • O envio será feito em até 45 dias úteis. 
  • Qualquer participante que viole o regulamento será desclassificado.



a Rafflecopter giveaway

TAG - os 7 pecados capitais da leitura

| 27 abril 2015 | 2 Comentários |
Vi essa tag incrível numa das postagens antigas da minha querida Eni, do Dose Literária e resolvi fazê-la por aqui também. Fiquei bem empolgada com as respostas dela e de algumas outras meninas que responderam a Tag por lá. Então, vejam minhas respostas para cada pergunta:



1. Ganância: qual é seu livro mais caro? E o menos caro? 

O livro mais caro da minha estante foi Os Goonies edição limitada da Editora DarkSide Books. Comprei porque estava por R$25 reais, numa promoção do Submarino, mas com o frete ele ficou por quase R$35,00. Valeu muito a pena ter comprado... O mais barato me custou apenas R$0.50 centavos, comprei num sebo de Recife. Foi o livro Fada cisco quase nada, de Sylvia Orthof.

2. Ira: com qual autor você tem uma relação de amor/ódio?



Nietzsche. Tenho vários livros dele, pretendo ler todos que foram publicados aqui no Brasil, e apesar de me identificar bastante com muito do que ele escreveu, por outro lado existem coisas que penso completamente o oposto. É um misto de amor e ódio mesmo que tenho com ele...

3. Gula: que livro você devorou sem vergonha alguma?

4 semanas de prazer, de Juliana Costa. Eu li prevendo o pior estilo 50 tons de cinza e me deparei com uma escrita erótica nacional de primeira qualidade, que fugiu por completo dos clichês modistas a la 50 tons... Um livro de mais de 500 páginas devoradas em 2 dias...

4. Preguiça: qual livro você tem negligenciado devido à preguiça?

Desejo e Reação, adaptação com Keira [linda] Knightley no elenco...

Reparação, de Ian McEwam. Peguei emprestado com um amigo e não li ainda, ando protelando desde o ano passado essa leitura... Mas vou ler, ele ainda persiste e só vou devolvê-lo quando ler... o próprio dono só aceita devolução quando eu tiver o que falar sobre a obra com ele... xD


5. Orgulho: que livro tem mais orgulho de ter lido?



O diário de Anne Frank, por se tratar de um dos meus livros preferidos. Graças a um recorte de jornal tendo uma matéria sobre Anne Frank, nasceu minha paixão por História contemporânea e um fascínio por segunda guerra mundial...

6. Luxúria: quais atributos você acha mais atraentes em personagens masculinos e femininos? 

Mark Renton, Trainspotting [Irvine Welsh]

Gosto de personagens misteriosos, desequilibrados, pessimistas, com espírito de liberdade e/ou possessivos.  Gosto dos 'outsiders'... Heathcliff. Lisbeth Salander, Norman Bates, Mark Renton, Vlad Tepes, Louis Pointe du Lac, O motoqueiro irmão de Rusty James em Rumble Fish, Gollum, Elizabeth Bennet, entre outros... 


7. Inveja: que livros você gostaria de receber de presente?

Aqui estão alguns do que pretendo comprar na Bienal desse ano, então qualquer um desses que alguém quiser me dar, agradeço *risos*

Resenha do Mês [Abril] - O oitavo passageiro (Alien)

| 25 abril 2015 | 12 Comentários |
Minha infância regada a filmes de terror e ficção científica [obrigada, Mainha] foi bem proveitosa, vendo filmes como Star Trek, Star Wars, Planeta dos macacos, Sexta-Feira 13 e afins. Claro que não poderia faltar nessa lista os filmes de Alien, o oitavo passageiro. E é com muita felicidade que descubro que o filme tem livro, e melhor ainda porque um amigo meu possui o livro e gentilmente me emprestou pra que eu me aventurasse à bordo do Nostromo com os demais tripulantes e pudesse conhecer essa criatura enigmática e letal, que causou um grande estrago na nave e em seus ocupantes...



"Não é o escuro que conheço que me dá medo, mas o que não conheço. Especialmente quando há neles sons como o dessa pulsação de alarme..."






Pois bem, não poderia escolher outro livro para o Resenha do Mês, do que O oitavo passageiro (Alien), escrito por Alan Dean Foster e publicado pela coleção Grandes Sucessos Abril Cultural. Com apenas 224 páginas, pude sentir o terror gélido dos personagens sendo observados num ambiente claustrofóbico e perdido na imensidão do espaço. Como garimpo em sebos, dificilmente encontro algum livro de sci-fi por eles, exceto algumas edições de Arquivo X, entre outros [pouquíssimos] livros acrescentados à minha estante... Mas aos poucos vou acrescentando títulos em meu acervo...

Tudo começa quando a nave Nostromo - um rebocador espacial - recebe um sinal aparente de SOS de um asteróide. Eles resolvem sair de sua rota para investigar o local, e após um pouso difícil, dos sete tripulantes, três saem da nave a fim de explorar o ambiente e checar o sinal. O que eles encontram é uma nave alienígena, aparentemente abandonada, gigantesca e eles não imaginam o porquê de um sinal de socorro ter partido de local tão inóspito. Uma vez dentro da nave, resolvem explorar o local, e um dos personagens, Kane, desce numa espécie de poço profundo e escuro. O que ele encontra lá embaixo não foi lá muito bacana pra ele...

"Em toda aquela terra embuçada não havia uma só nota mais vibrante de cor. Não havia, por exemplo, nem azul nem verde. Tudo lavado em sépia e amarelo, com algum laranja, castanhos desbotados, cinzentos sujos. Nada capaz de alegrar a vista, aquecer a alma ou aliviar as preocupações da mente. A atmosfera semelhava um experimento malogrado de química com cloro e enxofre. E o chão parecia um tombadilho coberta de excreta. A despeito de qualquer evidência pró ou contra, sentia que nada vivia ali agora."

Quando enfim os demais o socorrem, ele se encontra em coma e é transportado para a nave, e apesar dos pedidos de quarentena orientados pela agente de segurança, Ripley, o cientista Ash permite a entrada dos três astronautas, mesmo correndo um risco de possível contaminação. Após os exames iniciais, percebem que não será possível retirar aquela 'criatura' que agarrou-se ao rosto de Kane e resolvem partir dali assim mesmo, mantendo o amigo vivo através dos aparelhos da nave. Mas aí Kane acorda depois de uns dias, e faminto... Tudo aparenta estar bem, mas não está...

tão lindo ele *-*  vou criar e ensinar a gotejar ácido nas inimigas... 

É difícil não soltar spoiler tamanha a empolgação que o livro me deixou, mas vou parando por aqui com o enredo e tentar me concentrar na parte mais 'técnica' do livro... A linguagem dele é simples, apesar da temática sci-fi, mas a história não engrenou nos parágrafos iniciais, mas a partir do segundo capítulo, fluiu bem melhor. Quem não tem o hábito de devorar livros de sci-fi não vai se dar mal em ler Alien, porque a narrativa não é cansativa, e os termos utilizados são de simples compreensão, até para os mais leigos. 

Mas a obra é uma leitura empolgante, que vai fazer o leitor perder o fôlego em vários momentos cruciais da história. Fiquei sem respirar quando Dallas entrou nos tubos de ventilação perseguindo a criatura alienígena. Tremi na cena em que Ripley e Parker quase empurram o Alien para a imensidão espacial e algo acontece impedindo o plano deles de se livrarem do cuspidor de ácido... Sim, ele espirra ácido ao ser ferido, tão forte que derrete até aço... 

rolando um flerte com Ripley...

É provável que você já tenha visto o filme com a atriz Sigourney Weaver, lançado em 1979, mas ainda assim, não perca a chance de ler a obra, caso ela venha pousar em suas mãos. Serão algumas horas de entretenimento prazeroso garantido, disso não tenho dúvidas... E aproveite para [re]ver o filme, é diversão duplamente garantida... Aos fãs de Ficção científica, um prato cheio de deleite...


P.S: Algum tempo depois de ter lido,  finalmente pude comprar um exemplar, lançado pela Editora Aleph... Eis o belo na imagem abaixo... 


Histórias por dentro das histórias dos livros...

| 24 abril 2015 | 4 Comentários |
Sempre gostei de livros novos, mas quem me conhece sabe o amor que sinto pelos sebos e suas mesas ou estantes empoeiradas... Me sinto uma verdadeira garimpeira em busca de preciosidades, sejam livros raros, edições antigas ou que não estão em estoque nas livrarias... Mais do que o cheiro embolorado e coloração desbotada, além de um preço bem mais em conta para o meu bolso, gosto de idealizar as histórias que esses livros me trazem, não apenas aquela[a] escrita[s] em suas páginas pelo autor, e sim aquelas histórias que se insinuam pelos grifos do antigo dono, pelas dedicatórias ou objetos esquecidos entre as páginas...

Já encontrei recibos de compra e venda, flores secas, marcadores diversos, bilhetes e até fotografias... Me pego pensando no porquê daquele trecho tal ter sido sublinhado, o que chamou a atenção daquele parágrafo em quem leu antes de mim... Se o antigo dono morreu, e o motivo do livro ter ido parar no sebo, por quantas mãos ele passou até chegar às minhas... Se foi um presente, se foi uma compra bem [ou mal]sucedida, se a pessoa se mudou e no caminho o livro se perdeu... 

Guardo algumas coisas que encontrei em livros, é meio que um resgate de quem se aventurou naquelas páginas... anônimos que nunca conheci e provavelmente sequer conhecerei a identidade, mas que estão tão próximos a mim, de alguma forma, como se parte delas estivesse comigo... Eu simpatizaria com essas pessoas? Não iria com a cara de alguma[a]? Não sei...


Mas especulo, conjecturo, idealizo... 

Wishlist Bienal

| 22 abril 2015 | 5 Comentários |
Olá, leitores queridos. Como vocês estão? Desculpem-me a ausência esses dias, mas devido ao cansaço, provas a corrigir, cadernetas a preencher, uma enxaqueca que me persegue desde a semana passada e - confesso - alguns episódios de Dexter, acabei me desligando um pouco do blog. Mas venho hoje com esse post sobre minha Wishlist para a Bienal do Livro 2015, aqui em Pernambuco. Ainda faltam uns meses, mas a ansiedade é maior, e eu sempre vou anotando ao longo de um evento e outro quais livros pretendo comprar por lá... 


Esse ano eu decidi me conter com relação a títulos que não conheço e que saio comprando porque estão baratos, para me concentrar em livros que realmente desejo ter na estante. Questão de deixar meu Acervo bem a minha cara, e também desapegar de alguns livros que provavelmente nunca lerei e que só estão ocupando lugar no tão abarrotado cantinho...





Uma das editoras que terão destaque nas compras desse ano é a DarkSide Books. Serão o carro-chefe da minha falência esse ano, graças aos seus lançamentos e de alguns mais antigos que quero ter o prazer de ler... Por amar o gênero TERROR, vou arrumar um local específico para tais livros em alguma prateleira... 
Pretendo comprar:
  • O massacre da serra elétrica - Limited Edition
  • Anatomia do mal
  • Evil Dead - Brochura
  • Tubarão - Brochura
  • Exterminador do futuro - Brochura
  • Sexta-Feira 13 - Arquivos de Crystal Lake Limited Edition




Como falei no início do post, Dexter me ocupou em algumas horas nesse feriado, estou indo para a última temporada e depois disso vou sentir tristeza em ter que dar adeus ao meu assassino psicopata preferido. Pra compensar e matar a saudade, vou comprar ao menos dois livros, mas na verdade queria todos *risos*. Tudo vai depender de quanto dinheiro vou reservar para as compras... Ainda falta o último livro lançado na imagem abaixo, mas não vou conseguir comprar todos, quero aos menos os primeiros... vou completando aos poucos...



The Walking Dead também está na minha lista, porque só tenho os quatro primeiros e pretendo completar minha coleção. Além do Declínio, quero também Os bastidores da série... Caso eu encontre algumas edições dos quadrinhos, vou trazer também...





















Outra série que estou acompanhando e vou comprar as edições que me faltam é Assassin's Creed. Tenho os cinco primeiros, e na imagem abaixo falta mais um, são os três que quero comprar, os últimos lançados...




Vou completar também Game of Thrones, comprando as edições 2 e 5, pois as outras eu já possuo na estante...


Emily Strange também está na minha lista... 



Há tempos que namoro as edições comentadas da Zahar Editora. Mais do que todos, eu quero Peter Pan, mas pretendo ter também O mágico de Oz e Alice no país das maravilhas... Assim que tiver os três, compro outros títulos da editora...


O sonho de consumo da minha vida literária não poderia deixar de faltar nessa lista... A trilogia de O Senhor dos Anéis...



Pra finalizar, a lista de quadrinhos que ainda não tenho e preciso comprar, esperando que tenham pra vender na Bienal...

  • Maus
  • A história de O
  • O estranho Mundo de Jack
  • Daytripper
  •  espinafre de Yukiko
  • Valsa com Bashir
  • O Clic 
  • Bórgia
  • Na colônia penal
  • Watchmen
  • Gen - Pés descalços
  • Scott Pilgrim
  • 300
  • Mutts
  • Asterix [qualquer volume que ainda não tenho]
  • Persépolis

e edições de mangás que ainda estou completando aos poucos a coleção...

Bem, pelo post já dá pra ver que vou entrar em falência, não é? É uma wishlist que vai diminuindo a medida em que eu for comprando, pode ser que daqui pra outubro eu já tenha alguns desses no acervo, se eu não comprar todos na bienal, vou adquirindo depois... Essas edições não são baratas, então nem em sonho trarei tudo que tá listado aqui, mas se vier um terço disso pra casa, já estarei satisfeita...

Não vou prometer não comprar nada que está fora da lista, até porque tem uns títulos da lista da Bienal de 2011 que ainda quero comprar, outros que já risquei porque tenho, mas não iriam caber nesse post... Quem sabe mais a frente eu faça outra listagem falando dos que sobraram da edição passada... Espero me segurar com as promoções e com os títulos baratinhos que nunca ouvi falar, preciso ser seletiva... 


Bem, então é isso... Espero que tenham curtido. Alguns desses livros também estão em sua lista de desejados? Se quiserem me dar algum de presente de aniversário, tô aceitando também, é em dezembro, vale por aniversário e natal *risos incontroláveis*

Até a próxima... Beijos... ^.~

Evanescence Book Tag

| 21 abril 2015 | 2 Comentários |
Vi no blog Leituras e Fofuras e não poderia deixar de responder essa Tag com uma das minhas bandas preferidas. Sem mais enrolação, vamos às perguntas.






  • Bring Me To Life: livro que te tirou da ressaca literária.

O menino dos fantoches de Varsóvia, de Eva Weaver. Eu tinha acabado as mais de 700 páginas de Nárnia, e apesar de ter gostado da leitura, ela me foi cansativa em alguns momentos... Então, quando peguei O menino dos fantoches da estante, esperava uma leitura mais leve apesar da temática de guerra, mas ela se mostrou densa e ao mesmo tempo fluída. Acabei o livro num piscar de olhos...

  • My Heart Is Broken: livro que você nunca superou.
Éramos seis, de Maria José Dupré. Só de lembrar o final do livro, me dá um nó na garganta. Tentei ler pela terceira vez, mas não consegui. A história é densa, beira a melancolia... A lembrança da história sempre me deixa triste...


  • Lost In Paradise: livro que te desconectou do mundo.

Trainspotting, Irvine Welsh. A narrativa é simplesmente maravilhosa. Tenho nem palavras para descrever esse livro. É incrível, estupendo. 
  • Good Enough: livro que você nem amou nem odiou, mas valeu a leitura.
Ciranda de Pedra, Lygia Fagundes Telles. Não cai de amores por ele, mas como foi minha estreia com a autora, senti que posso voltar a ler outros títulos dela...
  • Missing: um livro que falte para a sua coleção.
Apenas garotos, de Patti Smith. Eu li emprestado de um amigo e não vou descansar enquanto não tiver minha própria edição na estante...


  • My Last Breath: livro tão tenso que te fez prender a respiração.

Horror em Amityville, de Jay Anson. A cada capítulo eu ficava sem ar, querendo saber o desfecho da história... 
  • Oceans: livro ou série que você postergou por não ter coragem de terminar.
Paris nos tempos do Rei-Sol, de Jacques Wilhelm. Comecei quando tava no final da faculdade, e já terminei o curso há quase 4 anos... A leitura dele é bem cansativa....

  • Everybody's Fool: livro com capa, título ou sinopse enganosos.

Mas não se mata cavalos?, de Horace McCoy. A princípio, você não entende o porquê do livro ter este título, e apenas ao fim do livro o leitor decifra esse mistério. Mas é um livro incrível... 
  • Made of Stone: livro que fez todo mundo chorar, menos você.
A Culpa é das estrelas, de J. Green. Achei apenas um livro ok. Sem toda essa choradeira que tantos tiveram ao ler...

  • Call Me When You're Sober: livro que você emprestou e nunca mais teve de volta.
Macbeth, de William Shakespeare. Emprestei pra uma amiga e até hoje não peguei de volta. Mas acredito que é porque mal nos vemos, então fica difícil pegar com ela...


  • Taking Over Me: livro que sugou sua vida, seu cérebro, tudo.
O meu pé de laranja lima, de José Mauro de Vasconcelos. Me senti depressiva depois da leitura. Impactante, ainda mais por se tratar de uma obra juvenil...

Lançamentos de Abril do Grupo Autêntica

| 18 abril 2015 | 2 Comentários |
Olá, pessoal. Já tinha falado neste post o que a Editora Nemo, do Grupo Autêntica iria trazer para os leitores nesse ano de 2015. Mas para aqueles que não aguentam mais esperar, eis que trago para vocês o que o grupo está lançando no mercado editorial agora no mês de Abril.

Confira os títulos com sinopses das Editoras Gutemberg, Autêntica e do selo Vestígio.




Spindle Cove é o destino de certos tipos de jovens mulheres: bem- nascidas, delicadas, tímidas, que não se adaptaram ao casamento ou que se desencantaram com ele, ou então as que se encantaram demais com o homem errado. Susanna Finch, a linda e extremamente inteligente filha única do Conselheiro Real, Sir Lewis Finch, é a anfitriã da vila. Ela lidera as jovens que lá vivem, defendendo-as com unhas e dentes, pois tem o compromisso de transformá-las em grandes mulheres, descobrindo e desenvolvendo seus talentos. O lugar é bastante pacato, até o dia em que chega o tenente-coronel do Exército Britânico, Victor Bramwell. O forte homem viu sua vida despedaçar-se quando uma bala de chumbo atravessou seu joelho enquanto defendia a Inglaterra na guerra contra Napoleão. Como sabe que Sir Lewis Finch é o único que pode devolver seu comando, vai pedir sua ajuda. Porém, em vez disso, ganha um título não solicitado de lorde, um castelo que não queria, e a missão de reunir um grupo de homens da região, equipá-los, armá-los e treiná-los para estabelecer uma milícia respeitável. Susanna não quer aquele homem invadindo sua tranquila vida, mas Bramwell não está disposto a desistir de conseguir o que deseja. Então os dois se preparam para se enfrentar e iniciar uma intensa batalha! O que ambos não imaginam é que a mesma força que os repele pode se transformar em uma atração incontrolável.
Páginas: 288 • Adulto, Ficção • Editora Gutenberg • Edição: 1 • Coleções: Série Spindle Cove 



São João Del Rei, Minas Gerais, 1776. A cidade recebe o novo ouvidor da comarca, vindo de Portugal: o jovem intelectual e bon-vivant José Inácio de Alvarenga Peixoto. Pronto para assumir sua responsabilidade na próspera Colônia da Coroa, o caminho do magistrado se cruza com o de Bárbara Eliodora, moça de gosto apurado e ideias à frente de seu tempo, que encontra expressão na poesia, assim como Inácio. Do encontro dos dois nasce uma paixão repleta de sonhos de liberdade e revolução, e de um país livre dos grilhões da realeza. Retratando a jornada que culmina na turbulenta Inconfidência Mineira, Um poema para Bárbara é uma história de amor e coragem que jamais será apagada pelo tempo. Um legado de sangue e lutas, de ideais e heroísmo, que marca até hoje a História do Brasil.
Páginas: 432 • Adulto, Ficção • Editora Gutenberg 





Sinopse:

Nesta continuação de A extraordinária garota chamada Estrela, a história se passa depois que a jovem se muda da cidade e deixa tudo para trás: o Arizona, sua escola, os lugares encantados no deserto e, principalmente, Leo. Ela não para de pensar nele, e parece que seus momentos felizes estão cada vez mais raros. Ela começa uma nova vida com pessoas muito peculiares: sua vizinha Dootsie, de 5 anos de idade; Betty Lou, que está há anos sem sair de casa; Charlie, que passa as tardes no cemitério; Alvina e sua unha cintilante; e Perry Delloplane, o garoto de olhos azuis que reivindica seu coração. Em cartas para Leo, ela narra sua versão dos fatos do passado e conta as aventuras que vive no presente, nas quais reencontra a alegria de viver, conquista a todos e vai transformando a vida daquele lugar. Com amor, a garota chamada Estrela mostra que tudo o que nos faz diferentes, em vez de nos afastar, pode nos deixar ainda mais próximos uns dos outros. Páginas: 232 • Ficção, Juvenil • Editora Gutenberg 






Passado ao longo de 28 dias numa pequena cidade litorânea, o romance conta a história de Magnólia, uma enóloga tão temperamental quanto enigmática, que visita o irmão e os sobrinhos após ter estado três anos distante. Voltar àquela casa de frente para o mar parece ser uma série de novos testes em sua vida: confrontar o passado, aceitar a nova situação do irmão viúvo, viver uma nova e arriscada paixão e ser a guardadora de um segredo que pode abalar toda a sua família. O frágil toque dos mutilados é um drama familiar sobre o reencontro de pessoas que tentam se explicar, se ajustar e se compreender através de seus sonhos e conflitos.
Alex Sens foi o vencedor do Prêmio Governo Minas Gerais de Literatura 2012, na categoria Jovem Escritor. Segundo Jaime Prado Gouvêa, editor do Suplemento Literário, “Alex Sens Fuziy surge na literatura com traços firmes de escritor experiente, compondo uma trama magnificamente elaborada sobre os dramas de uma família que se reencontra numa cidade litorânea e tenta se explicar a partir da morte de um de seus membros.” Para Marcia Tiburi, “O mar é, para a ação que aqui se dá, um pano de fundo tão belo quanto trágico. O romance, desenhado com a meticulosidade da pena de Alex Sens Fuziy, constrói-se nesse trânsito, sobre aquela espécie de dificuldade consigo que é vivida por cada pessoa quando ser e estar – diante de si mesmo e diante dos outros – não parecem nada simples. Quando a possibilidade de viver junto com os outros está a cada momento posta em xeque.”
Páginas: 416 • Literatura Brasileira • Autêntica Editora 



A personalidade multifacetada de Jean Cocteau vive no movimento e do movimento. Qualquer apoio é fugaz. Cocteau é circulação pelos cabarés de Montmartre e pela Antiguidade Clássica. É bandoleiro e é Orfeu. Contra a fatalidade do mito grego invoca a liberdade do poeta de vanguarda. Pertence à família dos exagerados. “Eu não sou alegre, nem triste. Mas posso ser tanto uma coisa como outra e com excesso” ? lemos em A dificuldade de ser. Cocteau é relógio que bate as horas certas do improviso. Apaixonado, adora o sol. Do seu brilho e calor é que surgem as metamorfoses desejadas. Em poema, implora: “Sol, delicioso inferno, transforme minha pele cor-de-rosa em coração satânico”. Cocteau sabe que o poeta caminha na areia movediça. Basta o peso desmedido da pisada para afundá-lo. Por isso ele traz estampada no assombro a figura da morte.
Páginas: 208 • Biografia & Memórias • Autêntica Editora 





Paris e Londres sempre mantiveram uma fascinação mútua, que nunca foi tão intensa quanto nos séculos XVIII e XIX, quando competiam para ser a cidade mais importante do mundo. Muitos livros já foram escritos sobre elas, mas nesta obra Jonathan Conlin explora, pela primeira vez, o complexo relacionamento entre as duas cidades. É uma história de surpresas: Sherlock Holmes era, na verdade, francês, o cancã era inglês e o primeiro restaurante serviu comida inglesa em Paris.
Histórias de duas cidades examina e compara seis espaços urbanos – o lar, a rua, o restaurante, o music hall, o submundo noturno e o cemitério. Tomando emprestado, imitando e aprendendo uns com os outros, os cidadãos de Paris e Londres criaram esses pontos de referência da paisagem urbana moderna e, assim, definiram a vida urbana – para todos nós.
Páginas: 288, Arquitetura | Artes | Design | Moda, Cinema | Teatro | Música, História | Historiografia | História do Livro • Autêntica Editora 




Cartas sem resposta reúne seis ensaios críticos sobre mídia e processos subjetivos.
Cada ensaio é uma carta endereçada à uma pessoa ou ao um grupo. O escritor Bernardo Carvalho e o apresentador Luciano Huck, por exemplo, são dois dos destinatários. A carta foi a forma encontrada por Cezar Migliorin para transitar de maneira leve, direta e afetiva entre universos que lidam com as formas das pessoas serem vistas e se verem e com as formas dos sujeitos serem inventados e se inventarem. Para isso, discute a televisão, a educação, a internet e o cinema. Nessas cartas, a filosofia e a teoria da imagem são frequentemente acessadas, nunca como um fim, mas como ferramentas que nos ajudam a transitar entre universos midiáticos em que a sociedade é construída.
Páginas: 88, Cinema | Teatro | Música, Educação • Autêntica Editora 




Há mais de 70 anos encantando gerações de leitores de todas as idades, O Pequeno Príncipe sai agora pela Autêntica, em tradução que buscou uma linguagem – tanto verbal quanto visual – mais próxima do leitor brasileiro de nossos dias. A intenção era criar coloquialidade e, ao mesmo tempo, respeitar o tom clássico de uma das obras literárias mais importantes da literatura universal para o público infantil e juvenil, mas também para todos os adultos que conseguem enxergar a essência humana.
O livro narra o encontro, no deserto do Saara, de um piloto francês, cujo avião sofrera uma pane, com um menino “de cabelos de ouro”.
Num longo diálogo, o narrador descobre um pouco da vida do pequeno príncipe, percebe seu olhar infantil sobre a vida e o mundo; o pequeno príncipe, por sua vez, se vê diante de questões da vida dos adultos, e aquele encontro se transforma numa ligação forte, um dependendo do outro, compreendendo a importância que têm todos aqueles que cruzam nossa vida.
Páginas: 96, Autêntica infantil e juvenil 



Jerusalém, ano 6 d.C. As legiões romanas estão na Cidade Santa. Sacrilégio para os judeus… Enquanto os dirigentes religiosos divergem sobre a conduta a adotar diante do invasor, o chefe dos fariseus é assassinado a sete dias da Páscoa. Costurado em sua boca, um estranho pergaminho anuncia uma terrível punição divina contra Israel. Os principais suspeitos são os saduceus, seus rivais por mais de um século.Algumas horas depois, o chefe dos saduceus, o sumo sacerdote do Templo, também é assassinado. Em sua boca, a continuação da profecia: a vinda do Salvador ou o caos. Nem fariseu nem saduceu: quem é o assassino? De onde vem essa perturbadora profecia?Fílon de Alexandria, jovem filósofo judeu, lança-se nos rastros do misterioso assassino. Ele tem apenas sete dias para impedir o impensável: um crime que poderia mudar a História.Das suntuosas cerimônias do Templo às infames masmorras da legião romana, um thriller de tirar o fôlego no coração de uma Palestina ardente e atormentada.Do mesmo autor de Os sete crimes de Roma.
Páginas: 264 - Editora Nemo 


Quais desses lançamentos estão deixando vocês animados? Tem muita coisa boa pra um mês só, não é? Espero que tenham gostado. Até a próxima postagem...

Evento: Encontro de Leitores New Adult

| 17 abril 2015 | 3 Comentários |

Dia 4 de Abril eu compareci a um evento organizado pelo Clube do Livro PE, a temática foi o gênero New Adult, e foi uma tarde bacana, onde pude conhecer alguns títulos do gênero, que, confesso, não sou adepta. Mas foi proveitoso poder saber mais sobre esses títulos, e quem sabe em algum momento eu possa me deleitar com esse tipo de literatura, não? O encontro aconteceu no Shopping RioMar, em Recife, na livraria Saraiva. 

sou a terceira garota abaixada, logo na frente, de blusa rosa... 

Não ganhei sorteios [minha sorte anda meio intrigada de mim], mas todos que foram ganham um kit de marcadores. Pelo menos não voltei de mãos abanando... 



E para aqueles que gostam de uma boa Roda de Leitura, aproveito o post para anunciar a Roda de Leitura de Abril, com temática de literatura de guerra. Será realizada no dia 19 de abril, às 14 horas, na Estação Santa Tereza, aqui em Paudalho - PE. Sintam-se convidados a prestigiar, quem mora na cidade ou região... 


Bem, por hoje é só... Algum de vocês gosta de ir em eventos literários? Conta pra mim nos comentários. ;)
Beijos...

Ao Sul de lugar nenhum - Histórias da vida subterrânea

| 15 abril 2015 | 5 Comentários |
Charles Bukowski nos presenteia com alguns de seus maravilhosos contos nesta edição de Ao sul de lugar nenhum - Histórias da vida subterrânea, publicada pela L&PM Editores... São 27 contos ao longo de 238 páginas, em que ele conversa com o leitor, em alguns até sobre os mais inusitados momentos de seu 'Henry Chinaski'. Em Lembra de Pearl Harbor? ele conta uma experiência na cadeia, Pittsburgh Phill & Cia marca sua jogatina desenfreada a ponto de perder valiosas quantias de dinheiro apostando em corridas de cavalo, Encontros com mulheres, experiências não tão bem sucedidas de trabalhos temporários, períodos em que ele ficou doente por causa de hemorroidas e teve que se internar e passar por cirurgia, até o momento de recuperação, entre outras coisas... Tudo isso regado a linguagem crua, mordaz e marginal.




Ele empresta sua voz a personagens excluídos da sociedade, apostadores, prostitutas e perdedores no grande jogo da vida, que se assemelham como ele por estarem numa sarjeta criada pela sociedade [pseudo] moralista. Em vários contos ele acentua a dificuldade em se conseguir dinheiro para pagar o aluguel, para comprar uma lata de sardinhas ou comprar charutos e vinho. 

"No andar de cima, tudo me custou cinco dólares, e ela me lavou antes e depois. Lavou-me em uma bacia pequena e branca na qual se via pintinhos pintados perseguindo uns aos outros ao redor da bacia. Ela, em dez minutos, ganhou o mesmo que eu tinha ganhado  em um dia e mais algumas horas. Em termos monetários, parecia mais do que certo que era melhor ter uma buceta do que um caralho."


Sim, aos que [des]conhecem a escrita de Bukowski, ela é bem suja. Se você for o tipo de leitor que se choca com palavrões e expressões escatológicas, sinto dizer que não vai apreciar a obra dele. E falar palavrão de forma poética é para poucos, e nisso Bukowski tira de letra... Os contos que mais gostei foram Solidão, Amor por 17.50, Os assassinos, Pare de olhar para minhas tetas, senhor e Todos os cus do mundo e também o meu [o melhor deles]. Os títulos dos contos já são estranhos por si mesmos, e ler cada um deles é uma experiência única...

O livro seria uma espécie de reflexão sobre os personagens que desistiram da sociedade porque ela já desistiu deles há muito tempo. E apesar de escanteados, são seres humanos que possuem sonhos e esperanças, mesmo que por vezes esses sonhos sejam completamente anormais se comparados com o 'correto', são notas avulsas numa caixa de padrões pré-concebidos. Humor ácido existe de sobra nas linhas de Ao sul de lugar nenhum. É uma viagem ao desconhecido, sem chance de retorno ou escolha de itinerário... 



Em suma, eis uma boa experiência de leitura para quem deseja se aventurar nas histórias e personagens 'outsiders' da sociedade, descritos por Bukowski em suas obras de maneira a fazer o leitor simpatizar com tais indivíduos, e por que não? Até se identificar com alguns deles...


Lançamentos - DarkSide Books

| 13 abril 2015 | 8 Comentários |
Olá, leitores queridos do blog. Venho trazer pra vocês os lançamentos da Editora DarkSide Books, que estão de cair o queixo. São títulos maravilhosos que a editora resolveu publicar para aqueles aficionados pelo cinema. Sem mais enrolação, vamos aos títulos?



Tubarão, de Peter Benchley é considerado um grande clássico dos filmes da década de 1970. Graças a este filme, o diretor Steven Spilberg ascendeu ao estrelato como um dos melhores diretores de todos os tempos. 
Você pode não vê-lo, mas ele está no fundo do mar, a espreita, esperando o momento certo para estraçalhar seu corpo e deleitar-se com seu sangue...

Num pequeno balneário, o corpo de uma turista é encontrado na praia, as autoridades preferem abafar o caso a fim de que não haja pânico e os turistas não desistam de ir até lá, pois a temporada de verão está aberta... Eis um prato cheio para o grande predador marítimo... 


Após 40 anos de lançado, a Editora DarkSide traz duas edições impecáveis para o leitor acrescentar à estante. Uma é a versão capa dura limitada e outra em brochura, igualmente espetacular. Você não vai querer deixar passar essa chance de ter em mãos um dos maiores Best-Sellers de todos os tempos... 



Uma grande viagem no tempo, com direito a robôs assassinos e uma perseguição implacável a fim de destruir a vida de alguém que nem chegou a nascer...
O Exterminador do Futuro, de James Cameron, Randall Frakes e Bill Washer vai fazer você embarcar nesse clássico de ficção científica que levou milhares de pessoas aos cinemas na década de 1980, a fim de ver Arnold Schwarzenegger no papel do robô T-800 tentando matar Sarah Connor, pois ele veio do futuro para o ano de 1984 com a missão de exterminar Sarah, que será a mãe de John Connor, o único humano capaz de deter o avanço das máquinas contra a humanidade. O próprio John, do futuro, envia um soldado para proteger sua mãe, antes que o T-800 a encontre e cumpra seu objetivo... 

 O livro é um romance do roteiro original, assinado pelo próprio diretor, James Cameron, em parceria com mais dois autores. A DarkSide também traz o livro em duas versões, capa dura e versão brochura. Ambas belíssimas de se ter na estante...







Para finalizar, Twin Peaks - Arquivos e Memórias, de Brad Dukes, reúne depoimentos dos criadores da série que conquistou o público nos anos 1990, bem como imagens e curiosidades da série. Faz parte da coleção Fora de Série, também em versões Limited Edition e Classic Edition. 

verdadeira história da pacata cidade madeireira é contada por um filho nativo. O autor fez uma longa pesquisa sobre os segredos do local, tirando as dúvidas sobre os personagens conhecidos, como Laura e o agente Cooper. Um livro para os fãs de Twin Peaks, e também para aqueles como eu, que desconhecem a história e sentem necessidade de adentrar neste universo...






Espero que tenham curtido os lançamentos. Eu estou ansiosa para tê-los em minha estante. Você não? Beijos e até a próxima...

As Ervas Daninhas que Caio compilou... Ovelhas Negras...

| 11 abril 2015 | 4 Comentários |



E venho através desta resenha mostrar a vocês mais uma obra de Caio F. Abreu, publicada pela L&PM Editores, que me deixou encantada por alguns dias... Costumo render livros de contos o máximo que posso, a fim de aproveitar e saborear melhor a leitura. Com Ovelhas Negras não poderia ter sido diferente...

Ovelhas Negras nada mais é que uma compilação feita pelo autor daqueles textos que ficaram por muito tempo esquecidos em uma gaveta... Textos que ora não se encaixavam num dos outros livros publicados, ora impressos em jornais, muitos deles já extintos, e até alguns que a censura da ditadura militar, época em que foram escritos, não permitiu que viessem a público. Sorte nossa que Caio não costumava rasgar ou queimar seus escritos, por mais bizarros ou surreais, ou até mesmo sem graça ou coerência que lhe parecessem... 

O livro reúne contos escritos entre os anos de 1962 até 1995, dos 14 aos 46 anos do autor, entre suas paragens pela Argentina, Brasil e Europa... Funciona como uma autobiografia ficcional, são textos que o próprio Caio relegou à não publicação por vários anos, mas que um dia foram reunidos... Ele imaginou um título como Ervas Daninhas anteriormente, mas resolveu publicar como sendo suas Ovelhas Negras. Alguns sonhos foram registrados em papel, por isso não reparem na aparente estranheza que eles possam lhe causar durante a leitura dos mesmos...



"Então quero que você venha para deitar comigo no meu quarto novo, para ver minha paisagem além da janela, que agora é outra, quero inaugurar meu novo estar-dentro-de-mim ao teu lado, aqui, sob este teto curvo e quebrado, entre estas paredes cobertas de guirlandas de rosas desbotadas. Vem para que eu possa acender incenso do Nepal, velas da suécia na beirada da janela, fechar charos de haxixe marroquino, abrir armários, mostrar fotografias, contar dos meus muitos ou poucos passados, futuros possíveis ou presentes impossíveis, dos meus muitos ou nenhuns eus. Vem para que eu possa recuperar sorrisos, pintar teu olho escuro com kol, salpicar tua cara com purpurina dourada, rezar, gritar, cantar, fazer qualquer coisa, desde que você venha, para que meu coração não permaneça esse poço frio sem lua refletida. Porque nada mais sou além de chamar você agora, porque tenho medo e estou sozinho, porque não tenho medo e não estou sozinho, porque não, porque sim, vem e me leva outra vez para aquele país distante onde as coisas eram tão reais e um pouco assustadoras dentro da sua ameaça constante, mas onde existe um verde imaginado, encantado, perdido. Vem, então, e me leva de volta para o lado de lá do oceano de onde viemos os dois."


Não pude deixar de grifar várias passagens ao longo do livro, algumas por identificação, outras por admirar a forma como Caio aborda os assuntos mais simples de maneira tão poética... ele aprofunda as palavras com ricos monólogos, quase sem pontos finais, dando margem para o leitor inebriar-se com os personagens e situações...
"te procuro em outro corpo, juro que um dia eu encontro.Não temos culpa, tentei. Tentamos."

O livro foi dividido em três partes: Ch'ien, K'an e Kên, palavras oriundas do idioma chinês. 3 epígrafes de O livro das mutações e cada conto dedicado a alguém que foi especial na vida de Caio. Como introdução aos contos, ele deixa uma breve nota explicando a origem da história, quando e onde [se for o caso] foi publicada, e o ano em que escreveu. Confesso que não gostei muito da capa escolhida pela L&PM Editores, por achar simples demais; Contudo, o livro é belíssimo, traz sentimentos conflituosos e melancólicos em cada uma de suas páginas...

"Chegue bem perto de mim. Me olhe, me toque, me diga qualquer coisa. Ou não diga nada, mas chegue mais perto. Não seja idiota, não deixe isso se perder, virar poeira, virar nada. Daqui há pouco você vai crescer e achar tudo isso ridículo. Antes que tudo se perca, enquanto ainda posso dizer sim, por favor chegue mais perto..."

Não preciso dizer o quanto sou apaixonada por Caio e por sua obra, e ler Ovelhas Negras só aumentou a afeição que sinto por ele. Dou destaque especial para os contos Lixo e purpurina,  De várias cores, retalhos [um conto bem místico], Creme de alface [que possui uma pitada de suspense] e Anotações sobre um amor urbano... Carregados de misticismo, meio religiosos e por vezes obscenos, os contos nos transportam para as ruas em que as almas descritas se tocam, para os bares em que eles conversam, para as madrugadas frias em que eles se tocam... 

Em suma, para aqueles apaixonados pela escrita sensual/cadente/melancólica de Caio, aos que desconhecem sua obra e desejam um ponto de partida para leitura ou simplesmente para os que gostam de horas de deleite debruçados sobre bons contos, Ovelhas Negras é uma ótima pedida... Recomendo uma boa taça de vinho tinto e meia-luz para apreciá-lo... 


Autor Parceiro: Anderson Henrique

| 10 abril 2015 | 6 Comentários |


Trago para vocês, queridos leitores aqui do blog, uma notícia maravilhosa: Acabo de fechar parceria com  Anderson Henrique, o autor de Anelisa Sangrava Flores [podem conferir a resenha do livro aqui]. Anderson é carioca, nasceu em 1982 e já foi Webdesigner. Anelisa é seu primeiro livro de contos, publicado pela Editora Penalux. O autor é super talentoso e uma pessoa incrível. Espero que possam conhecer o trabalho dele, e se depender de mim, ele sempre será falado por aqui...

Conheça um pouco mais do livro de estreia do autor.

Anelisa Sangrava flores
Anderson Henrique
126 páginas.
Editora Penalux
Ano de publicação: 2014

"Sangrou Flores pela segunda vez ainda menina. Esgueirou-se pela cozinha enquanto a mãe preparava o almoço, afanou uma faca de ponta afiada e correu para o quintal. Com a extremidade perfurante do objeto, desenhou uma paisagem no muro da casa. Durante os retoques, falhou a pontaria e a lâmina foi de encontro à carne. O choro fugiu pela garganta, e duas gotas de sangue escaparam para o chão. Quando a mãe chegou para socorrê-la, as gotas derramadas sobre a terra eram gérberas avermelhadas."

Você não vai deixar de ler essa fantástica obra. Leia a resenha e descubra um pouco mais sobre o livro...

Até mais, pessoal... ^.~


Lançamentos - Editora Nemo [Quadrinhos]

| 09 abril 2015 | 7 Comentários |

Olá, pessoas queridas que visitam meu blog. Como estão? Estou trazendo para vocês as novidades da Editora Nemo. São Graphic Novels que estão sendo lançadas, incluindo uma que sairá em maio, Uma metamorfose iraniana. Conheça um pouco de cada obra nas imagens abaixo... 


O muro e O mundo de Aisha já estão disponíveis. Uma metamorfose iraniana está prevista para maio. Essa nova coleção de HQs traz temáticas fortes e impactantes, que vão fazer os leitores mais sensíveis se emocionarem. Não só amantes de quadrinhos, mas aqueles leitores apaixonados por ficção literária vão se envolver nessas tramas arrebatadoras...



E então, gostaram dos lançamentos da editora? Quais vocês gostariam de ler? Me contem nos comentários. Até a próxima, pessoal... ^.~

Um relato surpreendente de uma jovem que aprendeu a conviver com a AIDS... Depois daquela viagem, de Valéria Piassa Polizzi...

| 08 abril 2015 | 6 Comentários |
"às vezes ainda me sinto como Edward Mãos de Tesoura, preso em seu castelo, fazendo obras de arte porque não há outro jeito com o qual possa tocar as pessoas."

E eis que conhecemos a história de adaptação, batalha e superação de Valéria Piassa Polizzi, uma jovem que aos 16 anos, em sua primeira relação sexual, contrai o vírus da AIDS. Isso numa época em que ser HIV positivo era sinônimo de morte certa, em que não haviam medicamentos para todo mundo [apenas para quem pudesse pagar, como foi o caso de Valéria] e em que a doença ainda era considerada o mal dos 'gays'. Uma mulher sendo portadora do vírus era ainda mais absurdo e o preconceito e desinformação eram altos... 



Valéria nos apresenta Depois daquela viagem [publicado pela Editora Ática] como uma espécie de bate-papo informal, dando aos jovens [faixa etária alvo do livro] uma verdadeira lição de vida e de como você deve se prevenir para que não aconteça com você o que houve com ela. Ela trata do início, quando descobriu que estava doente, do choque, em ter que revelar aos pais, esconder do resto da família e dos amigos. viu suas expectativas e sonhos caírem por terra pois acreditava que não viveria muito. Foi no ano de 1986, aos 15 anos, que ela conheceu o homem que viria a contaminá-la meses depois. 

Eles se conheceram numa viagem de navio e após os contatos iniciais engataram um namoro. Com o passar dos meses, ela transou com ele pela primeira vez, e sem saber contraiu o vírus. Descobriu dois anos mais tarde, aos 18, ao fazer exames de rotina, por sentir algumas dores estomacais. Foi um baque e uma reviravolta na vida de Valéria. Ela viajou para os Estados Unidos para estudar, pois queria ao menos terminar um curso de inglês antes de morrer. Largou o teatro, a faculdade, o trabalho ao lado do pai, administrando seus negócios e passou alguns anos escondendo sua condição de soropositiva dos amigos que fez na estadia nos EUA. Ela tinha medo que as pessoas descobrissem e a expulsassem do país.

Nos primeiros anos ela não tomou o AZT, um conhecido remédio que prolonga o tempo de vida dos pacientes, mas a medida que sua imunidade vai baixando assustadoramente, e o médico que a examina regularmente praticamente implora que ela comece a se medicar, ela volta ao Brasil para começar seu tratamento. Não antes de ter uma tuberculose que quase lhe tira a vida...

Lembro quando eu era pequena e vi uma entrevista com Valéria num programa na TV, em que ela falava sua história e contava sobre a publicação de seu livro. Fiquei curiosa para saber mais a respeito dela, ainda mais por se tratar de alguém com meu nome. Isso ocorreu em meados de 1998, quando eu tinha então 12, 13 anos. E só agora, aos 29 anos, é que tive a oportunidade de ler seu livro... E pasmem - Valéria ainda é viva.

Passado um tempo, ela já namorou, morou fora do país e hoje dá palestras sobre AIDS, além de ter 3 livros publicados. Depois daquela viagem foi seu romance biográfico de estreia, escrito em fins da década de 1990. Foi colunista da revista Atrevida, lançou Papo de garota e Enquanto estamos crescendo e teve seu livro publicado em vários países, servindo como uma espécie de guia de prevenção para jovens e adolescentes. 




Já são quase 30 anos convivendo com a doença, para alguém que achava não passar de 10, Valéria é uma vencedora, uma guerreira, e hoje faz campanhas e palestras orientando os jovens a usarem camisinha e discutindo sobre Educação sexual nas escolas. Terminou a faculdade de Jornalismo. Casou. Viajou pelo mundo. Depois daquela viagem é uma verdadeira lição de vida, recomendo a todos, não apenas jovens, mas a quem gosta de uma história sensível, tocante e de superação diante das adversidades... É um livro que não aborda apenas a AIDS, mas também o preconceito, a vontade de viver, é sobre a adolescência e sobre sonhos...

Fica aqui registrada minha imensa admiração pela autora, minha xará...



Espero que tenham curtido a resenha. Já leram alguns de seus livros ou á tinham ouvido falar em Valéria? Me contem nos comentários... 

╬† Literatura no Mundo ╬†

╬† Autores ╬†

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