| 30 outubro 2010 | |

Mesmo no fim, tudo são flores... Embora murchas, ainda flores.
O que muda não é o objeto, e sim o estado em que ele se encontra.
E é tudo tão natural, tão corriqueiro, que não deveria surpreender...
Assim como as flores que murcham, o amor também finda... tal qual essência de perfume que evapora do vidro aberto...

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De Bukowski a Dostoievski. Ana Cristina César a Lilian Farias. Deleite-se com a poesia de Florbela Espanca e o erotismo de Anaïs Nin...
Aforismos, devaneios, quotes dispersos e impressões literárias...um baú de antiguidades e pós-modernismo. O obscuro, complexo, distópico, inverso... O horror, o amor, a loucura e o veneno de uma alma em busca de liberdade...

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